Décima edição do podcast de frequência mais incerta da internet brasileira. Mas é isso aí, ele vem quando eu ouço alguma coisa que me dá vontade de colocar pros outros ouvirem, ou quando tem alguma coisa acontecendo que vale a pena dar uma destacada. Este podcast tem os dois casos; tem show maneiro pra se falar, tem gravação da Dinamáquina entrando nos finalmentes, tem bandas que conheci por agora e gostei bastante. Então:
Roll over Beethoven (Chuck Berry) – Começando com um clássico, já que o cara tá chegando por aí pra tocar no Brasil. Poucos influenciaram tanta gente quanto Chuck Berry.
Sexy + 17 (Stray Cats) – E Stray Cats é uma dessas bandas que bebe na obra do Chuck Berry. Ou não?
Sem ter medo (Robô Gigante) – Do rock clássico pra uma mistura com samba. O Robô Gigante, que eu descobri agora, vem lá do Sul e só lançou um EP até agora. O engraçado é que, pelo que li, só fizeram um show – no Rio de Janeiro, na Baratos da Ribeiro. Esse mundo moderno de hoje é muito engraçado.
Volta por cima (Noite Ilustrada) – Então eu fui de rock clássico pra rock com samba e daí pra samba clássico, vejam só. Acho que já coloquei num podcast anterior o vozeirão de Noite Ilustrada em outra manjadaça, Ai que saudades da Amélia. O cara mandava bem.
Capoeira mata um (Jackson do Pandeiro) – E aí do samba clássico pra um samba misturado – agora com forró.E ninguém fez essa fusão como Jackson do Pandeiro, que tem mil músicas regravadas por mil artistas. Mas essa é uma versão original, dele mesmo, de uma das suas mais conhecidas.
Pagode russo (Luiz Gonzaga) – E aí, já que entrou a mistura com forró, chega-se em Gonzagão, o clássico dos clássicos do estilo. Acabei de baixar os 3 CDs de uma caixa retrospectiva, 50 anos de chão, que vale muito a pena.
Wonderlust King (Gogol Bordello) – Então, como a música anterior falava em Rússia, Moscou etc. e tal, aproveito pra colocar Gogol Bordello pra tocar de novo – desta vez uma do Super Taranta, o disco mais recente. Tô mesmo empolgado com a vinda deles pro Brasil em outubro (e pensando no quanto isso vai me custar).
Haitian fight song (New York Ska-Jazz Ensemble) – E estes são outros que estão vindo pro Brasil – mas pra agora. Dia 29, domingo, estarão tocando no Odisséia - show que quem gosta de ska não pode perder, porque é aquele tipo de banda que não costuma mesmo vir pro Rio. E os caras são realmente bons. De quebra, estarei modestamente tocando na abertura da parada, com o Coquetel Acapulco. Dêem aqui uma olhada nos lugares onde os ingressos antecipados estão à venda.
A night in Tunesia (Rotterdam Ska-Jazz Foundation) – Fechando com outra banda nessa onda do ska-jazz. Essa é da Holanda e conheci recentemente, embora eles tenham começado a tocar em 1999. Bem bom também.
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Sábado, Junho 14, 2008
Quinta-feira, Junho 05, 2008
No mínimo curioso
Acabei de ler uma notícia no G1 que está me parecendo, no mínimo, curioso. Está se formando um grupo com músicos oriundos de bandas muito conhecidas do rock nacional e mundial para tocar clássicos de muitos subgêneros do rock´n ´roll.
Canisso (dos Raimundos), Marcão (ex-Charlie Brown Jr.), Jean Dolabella (do Sepultura) e Paul Di’Anno (primeiro vocalista do Iron Maiden) estão se juntando para uma turnê pelo Brasil e pela América do Sul tocando Ramones, Beatles, Black Sabbath, Iggy and The Stooges, Rolling Stones, The Doors, Police, Clash, Nirvana, White Stripes e Stevie Wonder!
Muito impressionante isso, primeiro porque nunca imaginaria que essas pessoas todas se conhecessem (especialmente o Paul Di´Anno) e segundo porque o repertório está prometendo incluir praticamente todas as bandas de rock que eu cresci escutando. Especialmente o Ramones e os primeiros discos do Iron Maiden, as duas principais bandas de rock da minha adolescência.
Espero que aconteçam mesmo esses shows, pois fiquei até ansioso para ouvir o que vai sair daí...
Canisso (dos Raimundos), Marcão (ex-Charlie Brown Jr.), Jean Dolabella (do Sepultura) e Paul Di’Anno (primeiro vocalista do Iron Maiden) estão se juntando para uma turnê pelo Brasil e pela América do Sul tocando Ramones, Beatles, Black Sabbath, Iggy and The Stooges, Rolling Stones, The Doors, Police, Clash, Nirvana, White Stripes e Stevie Wonder!
Muito impressionante isso, primeiro porque nunca imaginaria que essas pessoas todas se conhecessem (especialmente o Paul Di´Anno) e segundo porque o repertório está prometendo incluir praticamente todas as bandas de rock que eu cresci escutando. Especialmente o Ramones e os primeiros discos do Iron Maiden, as duas principais bandas de rock da minha adolescência.
Espero que aconteçam mesmo esses shows, pois fiquei até ansioso para ouvir o que vai sair daí...
Segunda-feira, Abril 28, 2008
Boa sorte na África papai Joel
É bastante confortável para mim comentar sobre o Flamengo aqui, já que todos da banda são rubro-negros. Vendo mais uma partida do time, comandado pelo Natalino, confirmo minhas impressões sobre o técnico que realizou o milagre da ressurreição no brasileiro do ano passado. É um retranqueiro sinistro que eu não vejo a hora de ver embarcando pra África do Sul.
Tem seus méritos. Armou um sistema defensivo bom, que apesar de marcar muito atrás, é sólido e dificilmente sofre gols (salvo quando ocorrem panes mentais como no jogo contra o Nacional). Agora, não agüento ver ele tirar atacantes e colocar Jaíltons e Gavilans sempre que o time marca um gol. Ontem tivemos a chance de definir a final, ou pelo menos abrir uma boa vantagem e mais uma vez ele deu o recado ao time de que 1 a 0 tá bom.
Espero que o próximo técnico escale os meias no meio e também treine jogadas de ataque. E também que o Joel leve o Toró pra jogar pela África do Sul com ele.
Tem seus méritos. Armou um sistema defensivo bom, que apesar de marcar muito atrás, é sólido e dificilmente sofre gols (salvo quando ocorrem panes mentais como no jogo contra o Nacional). Agora, não agüento ver ele tirar atacantes e colocar Jaíltons e Gavilans sempre que o time marca um gol. Ontem tivemos a chance de definir a final, ou pelo menos abrir uma boa vantagem e mais uma vez ele deu o recado ao time de que 1 a 0 tá bom.
Espero que o próximo técnico escale os meias no meio e também treine jogadas de ataque. E também que o Joel leve o Toró pra jogar pela África do Sul com ele.
Quarta-feira, Abril 16, 2008
Tudo Isso Podcast 9 - Eu não fico na lembrança
Tarda, mas não falha! Eis aí mais uma versão do Tudo Isso Podcast:
Salamaleque (Orquestra Imperial) – Uma das faixas do CD que eles lançaram ano passado, que é bem interessante mas não tocou muito por aí, acho, apesar do sucesso que eles fazem tocando pelo Rio. É engraçado que o iniciozinho da música lembra a trilha da Guerra dos Bichos, do Thiroux. Não?
Só o ôme (Noriel Vilela) – Uma coisa que me anima a fazer esse podcast é quando descubro alguma coisa por aí que me é nova – dá vontade de mostrar. Noriel Vilela só é novo pra mim mesmo, e ainda assim mais ou menos. Trata-se do homem por trás de 16 Toneladas, que toca tanto nas festas brazookas da vida na versão do Funk Como Le Gusta (que lamentavelmente troca o Flamengão pelo Timão na letra) – só que eu não sabia. E essa música mesmo que escolhi aqui eu conheci de uma chamada do SporTV, ou do Premiere, não lembro bem.
Saravando Xangô (Noriel Vilela) – E mais uma dele, agora num tema que aparece bastante no disco que arrumei pra baixar: a umbanda, com a percussão dando o clima junto com o vozeirão grave do cara.
Tabu (Ska Cubano) – Ouvindo a anterior, eu na mesma hora me lembro dessa, também com percussão, vozeirão e divindades afro, do Ska Cubano (na verdade, de uma autora cubana, Margarita Lecuona – descobri isso tentando pesquisar a letra por aí, quando o Coquetel começou a tocar a música). Ifá, Oxum, Obatalá, Xangô e Iemanjá é o ataque que eles escalam no refrão.
Minha menina (Slackers) – Como entrei no ska, aproveito pra colocar a versão do Slackers para Minha menina, do Jorge Ben, que eles provavelmente conheceram via Mutantes. Lembro de quando eles tocaram essa no show no Teatro Odisséia, justamente na hora que eu tava colado no palco a caminho do banheiro. Sensa! A gravação é do disco The Boss Harmony Sessions.
Virgínia (Bois de Gerião) – E aí passando pra mais uma versão de música dos Mutantes (tá, a anterior não é deles, mas vocês entenderam a idéia). O Bois é das bandas que me são mais simpáticas das que andam por aí. Essa versão tá no último disco, Interestelar.
Besta é tu (Novos Baianos) – De Mutantes para os Novos Baianos, outra banda que fazia suas doideiras experimentando todo tipo de mistureba. Esse disco deles, o Acabou Chorare, é mais do que clássico – parece uma coletânea, de tão bom.
Raiva contra Oba-Oba (Djangos) – O grande hit underground dos caras, que deu nome ao primeiro e já distante CD. Ouvindo ele agora, acho legalzinho, mas beeeem abaixo do que eles fazem hoje – mesmo esta música, que eu gosto muito, fica bem melhor ao vivo hoje em dia do que esta gravação, que não deixa de ser bem legal. Mas o lance mesmo é esperar sair o tal do CD que eles estão gravando com o Yuka.
Indios de Barcelona (Mano Negra) – E uma banda que tem referências em comum e que eu sei que o Marco e o pessoal do Djangos se amarra. Patchanka for everybody!
Salamaleque (Orquestra Imperial) – Uma das faixas do CD que eles lançaram ano passado, que é bem interessante mas não tocou muito por aí, acho, apesar do sucesso que eles fazem tocando pelo Rio. É engraçado que o iniciozinho da música lembra a trilha da Guerra dos Bichos, do Thiroux. Não?
Só o ôme (Noriel Vilela) – Uma coisa que me anima a fazer esse podcast é quando descubro alguma coisa por aí que me é nova – dá vontade de mostrar. Noriel Vilela só é novo pra mim mesmo, e ainda assim mais ou menos. Trata-se do homem por trás de 16 Toneladas, que toca tanto nas festas brazookas da vida na versão do Funk Como Le Gusta (que lamentavelmente troca o Flamengão pelo Timão na letra) – só que eu não sabia. E essa música mesmo que escolhi aqui eu conheci de uma chamada do SporTV, ou do Premiere, não lembro bem.
Saravando Xangô (Noriel Vilela) – E mais uma dele, agora num tema que aparece bastante no disco que arrumei pra baixar: a umbanda, com a percussão dando o clima junto com o vozeirão grave do cara.
Tabu (Ska Cubano) – Ouvindo a anterior, eu na mesma hora me lembro dessa, também com percussão, vozeirão e divindades afro, do Ska Cubano (na verdade, de uma autora cubana, Margarita Lecuona – descobri isso tentando pesquisar a letra por aí, quando o Coquetel começou a tocar a música). Ifá, Oxum, Obatalá, Xangô e Iemanjá é o ataque que eles escalam no refrão.
Minha menina (Slackers) – Como entrei no ska, aproveito pra colocar a versão do Slackers para Minha menina, do Jorge Ben, que eles provavelmente conheceram via Mutantes. Lembro de quando eles tocaram essa no show no Teatro Odisséia, justamente na hora que eu tava colado no palco a caminho do banheiro. Sensa! A gravação é do disco The Boss Harmony Sessions.
Virgínia (Bois de Gerião) – E aí passando pra mais uma versão de música dos Mutantes (tá, a anterior não é deles, mas vocês entenderam a idéia). O Bois é das bandas que me são mais simpáticas das que andam por aí. Essa versão tá no último disco, Interestelar.
Besta é tu (Novos Baianos) – De Mutantes para os Novos Baianos, outra banda que fazia suas doideiras experimentando todo tipo de mistureba. Esse disco deles, o Acabou Chorare, é mais do que clássico – parece uma coletânea, de tão bom.
Raiva contra Oba-Oba (Djangos) – O grande hit underground dos caras, que deu nome ao primeiro e já distante CD. Ouvindo ele agora, acho legalzinho, mas beeeem abaixo do que eles fazem hoje – mesmo esta música, que eu gosto muito, fica bem melhor ao vivo hoje em dia do que esta gravação, que não deixa de ser bem legal. Mas o lance mesmo é esperar sair o tal do CD que eles estão gravando com o Yuka.
Indios de Barcelona (Mano Negra) – E uma banda que tem referências em comum e que eu sei que o Marco e o pessoal do Djangos se amarra. Patchanka for everybody!
Segunda-feira, Abril 14, 2008
Casuarina e Fundição Progresso
No último sábado, depois de cogitar várias programações diferentes (decidindo entre Democráticos, Cabaret Kalesa, Fundição Progresso e Bukowski), acabei optando pelo show do Casuarina na Fundição Progresso. Não era a minha primeira opção, mas fui voto vencido...
Não era a primeira, mas foi uma boa opção. Acho o Casuarina a melhor banda de samba dessa atual geração (descontando os consagrados como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, etc.). O show foi muito legal, mesclando as músicas próprias com clássicos de sucesso dos consagrados, com bom entrosamento do grupo com o público e tal. Só que, como tradicionalmente acontece na Fundição, o show começou depois das duas da madrugada. Claro que o público cansou, não se agüentou de sono e, em grande parte, foi pra casa antes do final.
Por que a Fundição faz isso? Por que a banda aceita isso? Não consigo entender.
E não me venham com a desculpa de que o show do Casuarina começou tarde por conta da banda de abertura, o chatinho Lapadas...
Não era a primeira, mas foi uma boa opção. Acho o Casuarina a melhor banda de samba dessa atual geração (descontando os consagrados como Beth Carvalho, Arlindo Cruz, etc.). O show foi muito legal, mesclando as músicas próprias com clássicos de sucesso dos consagrados, com bom entrosamento do grupo com o público e tal. Só que, como tradicionalmente acontece na Fundição, o show começou depois das duas da madrugada. Claro que o público cansou, não se agüentou de sono e, em grande parte, foi pra casa antes do final.
Por que a Fundição faz isso? Por que a banda aceita isso? Não consigo entender.
E não me venham com a desculpa de que o show do Casuarina começou tarde por conta da banda de abertura, o chatinho Lapadas...
Quinta-feira, Março 13, 2008
O CD caminha...
Apesar de não colocarmos muitas informações aqui no nosso espaço, seguimos caminhando com nosso CD.
Finalizamos a bateria de três músicas. Segundo o planejamento terminaremos as outras baterias hoje (13 de março) de noite. Depois disso faltará finalizarmos os vocais e em seguida as mixagens. Esse ano sai o CD!
Em homenagem a mais esse passo coloquei mais duas letras nossas, de músicas que estarão no disco, para o pessoal conhecer.
Finalizamos a bateria de três músicas. Segundo o planejamento terminaremos as outras baterias hoje (13 de março) de noite. Depois disso faltará finalizarmos os vocais e em seguida as mixagens. Esse ano sai o CD!
Em homenagem a mais esse passo coloquei mais duas letras nossas, de músicas que estarão no disco, para o pessoal conhecer.
Dever de cidadão
Bom rapaz de boa família
O namorado que o seu pai gostaria pra sua filha
Tímido, quieto, calado
Ouvia MPB e lia Jorge Amado
Acordou pelado no capacho da vizinha
Só um colar havaiano, no rosto um sorrisinho
Por algum motivo não lhe saía da cabeça
Uma música baiana, melô do pé de mesa
Como explicar à simpática senhora
O que ele fazia naquele estado, àquela hora
Dormindo à sua porta, roncando muito alto
Melhor que meus amigos que dormíam no asfalto
Deixe estar que é carnaval
Nada tem que ter explicação
Podem falar não me sinto mal
Cumpri o meu dever de cidadão
O namorado que o seu pai gostaria pra sua filha
Tímido, quieto, calado
Ouvia MPB e lia Jorge Amado
Acordou pelado no capacho da vizinha
Só um colar havaiano, no rosto um sorrisinho
Por algum motivo não lhe saía da cabeça
Uma música baiana, melô do pé de mesa
Como explicar à simpática senhora
O que ele fazia naquele estado, àquela hora
Dormindo à sua porta, roncando muito alto
Melhor que meus amigos que dormíam no asfalto
Deixe estar que é carnaval
Nada tem que ter explicação
Podem falar não me sinto mal
Cumpri o meu dever de cidadão
Torresmo
Lá estava eu no conforto do meu lar
É fim de semana e eu tenho direito a descansar
Mas eis que surge uma turba de corneta e bandeiras
Rindo, falando alto, prenunciando bebedeiras
Mulher desocupe o sofá
Hoje tem jogo na televisão
Traga a cerveja que eu botei pra gelar
E depois vá direto pro fogão
Quando eu me casei eu não imaginava mesmo
Fazendo o que eu não sei, na cozinha fritando torresmo
Pra um marido cheio de liberdade
E seus amigos assistindo o Fla x Flu
Olha a minha vontade era mandar (cadê minha cerveja!)
A meu casamento que momento mais feliz
Estar ao lado dele era tudo o que eu sempre quis
Eu era a sua princesa mas então o tempo passou
Fui rebaixada de realeza a criadagem, meu Deus que horror
Mulher me dê um motivo
Meu Deus pra tanta demora
O meu copo já está vazio
Traga a minha cerveja agora
Na internet eu pesquisei e vi que mesmo pequeno
Um pedaço de torresmo pode conter bastante veneno
Pra acabar com meu desgosto, marido e amigos caras de pau
Aproveitem o tira-gosto, degustem o seu final
É fim de semana e eu tenho direito a descansar
Mas eis que surge uma turba de corneta e bandeiras
Rindo, falando alto, prenunciando bebedeiras
Mulher desocupe o sofá
Hoje tem jogo na televisão
Traga a cerveja que eu botei pra gelar
E depois vá direto pro fogão
Quando eu me casei eu não imaginava mesmo
Fazendo o que eu não sei, na cozinha fritando torresmo
Pra um marido cheio de liberdade
E seus amigos assistindo o Fla x Flu
Olha a minha vontade era mandar (cadê minha cerveja!)
A meu casamento que momento mais feliz
Estar ao lado dele era tudo o que eu sempre quis
Eu era a sua princesa mas então o tempo passou
Fui rebaixada de realeza a criadagem, meu Deus que horror
Mulher me dê um motivo
Meu Deus pra tanta demora
O meu copo já está vazio
Traga a minha cerveja agora
Na internet eu pesquisei e vi que mesmo pequeno
Um pedaço de torresmo pode conter bastante veneno
Pra acabar com meu desgosto, marido e amigos caras de pau
Aproveitem o tira-gosto, degustem o seu final
Quinta-feira, Fevereiro 28, 2008
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